Por que nós comemos? Os motivos vão além da necessidade de comer



Em primeiro lugar, é claro, para nos manter vivos. Mas por outros motivos também. Por prazer, para tornar mais agradável o convício social, para aliviar tensões e recompensar angústias, porque alguma comida faz bem para a saúde... São muitos os motivos que nos fazem comer.

A nossa relação com a comida, porém, mudou muito nos últimos 20 ou 30 anos. Comida é o que nossos bisavôs comiam: alimentos que precisavam ser lavados, descascados, livres de conservantes e fortificantes, sem caixas e embalagens plásticas e sem anúncios apregoando as suas qualidades para a saúde. Naquele tempo, apesar da ignorância em relação ao conteúdo de sódio, gordura saturada, carboidratos simples e gorduras trans (e podemos dizer com certeza que destas últimas os alimentos eram literalmente "free"), a nossa alimentação era certamente mais saudável. Comia-se menos carne do que hoje e comia-se menos do que hoje.

A nossa relação com a comida, porém, mudou muito nos últimos 20 ou 30 anos. Comida é o que nossos bisavôs comiam: alimentos que precisavam ser lavados, descascados, livres de conservantes e fortificantes, sem caixas e embalagens plásticas e sem anúncios apregoando as suas qualidades para a saúde. Naquele tempo, apesar da ignorância em relação ao conteúdo de sódio, gordura saturada, carboidratos simples e gorduras trans (e podemos dizer com certeza que destas últimas os alimentos eram literalmente "free"), a nossa alimentação era certamente mais saudável. Comia-se menos carne do que hoje e comia-se menos do que hoje.

Algumas pessoas acreditam que a manipulação industrial dos alimentos os piora sempre. Será verdade? O fato é que, no futuro será possível através da genômica nutricional, saber que alimentos são seguros para cada um de nós comer e quais não deveríamos comer nunca.

Nunca pare de Sonhar



Havia no alto de uma montanha três árvores.

Elas sonhavam com o que iriam ser depois de grandes.

A primeira, olhando as estrelas disse: eu quero ser o baú mais precioso do mundo e viver cheia de tesouros.

A segunda, olhando um riacho suspirou: eu quero ser um navio bem grande para transportar reis e rainhas.

A terceira olhou para o vale e disse: quero crescer e ficar aqui no alto da montanha; quero crescer tanto que as pessoas ao olharem para mim, levantem os olhos e pensem em Deus.

Muitos anos se passaram, as árvores cresceram. Surgiram três lenhadores que, sem saber do sonho das árvores, cortaram as três. A primeira árvore acabou se transformando num cocho de animais, coberto de feno. A segunda virou um barco de pesca transportando pessoas e peixes todos os dias. A terceira foi cortada em vigas e deixada num depósito. Desiludidas as três árvores lamentaram os seus destinos.
Mas, numa certa noite, com o céu cheio de estrelas, uma jovem mulher colocou o seu bebê recém-nascido naquele cocho.
De repente, a árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.
A segunda, certo dia, transportou um homem que acabou por dormir no barco.
E, quando uma tempestade quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse PAZ!!

E, imediatamente, as águas se acalmaram.

E a árvore transformada em barco entendeu que transportava o rei dos céus e da terra.

Tempos mais tarde, numa Sexta-feira, a árvore espantou-se quando as vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela.

A árvore sentiu-se horrível vendo o sofrimento daquele homem.

Mas logo entendeu que aquele homem salvou a humanidade e as pessoas logo se lembrariam de Deus ao olharem para a cruz.

O exemplo das árvores é um sinal de que é preciso sonhar e ter fé.

SEMPRE !!!

Não importa o tamanho dos sonhos que você tenha, sonhe muito e sempre. Mesmo que seus sonhos não se realizem exatamente como você desejou, saiba que eles se concretizarão da maneira que Deus entendeu ser a melhor para você.

"Uma nuvem não sabe por que se move em tal direção e em tal velocidade. Sente apenas um impulso que a conduz para esta ou aquela direção. Mas o céu sabe os motivos e os desenhos por trás de todas as nuvens, e você também saberá, quando se erguer o suficiente para ver além dos horizontes."

Richard Bach

Problemas de sono podem desencadear transtorno bipolar em crianças



Gene responsável por perturbações na hora de dormir está relacionado com o bipolarismo

Estudo recente feito por pesquisadores da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, identificou que crianças com problemas de sono podem sofrer psicoses maníaco-depressivas, como é o caso do transtorno bipolar, na infância.

O estudo, feito com 300 crianças, identificou que o gene responsável por perturbações no sono ? o RORB ? possui quatro variantes que também estão relacionadas com variações abruptas de humor, o chamado bipolarismo.

Os pesquisadores sugerem que os genes do relógio biológico, principalmente o RORB, podem ser importantes em investigações envolvendo o transtorno bipolar, aumentando as chances de desenvolvimento de tratamentos mais eficazes.

Não é fácil. Conhecido até o início da década de 90 pelo nome de psicose maníaco-depressiva, o transtorno bipolar nem sempre é fácil de ser identificado. Até receber o diagnóstico correto, um paciente pode ser levado a consultar-se com três médicos diferentes, num calvário que demora anos fora os meses necessários para chegar ao medicamento certo e às doses adequadas, depois de constatado o distúrbio.

Reconhecer o transtorno bipolar na infância é ainda mais complexo. Na maioria dos adultos, as manifestações clínicas são clássicas o humor oscila de um extremo ao outro, da alegria incontrolável e raciocínio veloz à depressão e apatia. No caso das crianças, não é comum ocorrer essa gangorra emocional.

A doença se apresenta por meio de uma conjunção de sintomas menos específicos, como impulsividade, irritabilidade, dispersão, agitação e acessos de raiva.

Por causa dos sintomas pouco específicos, é recorrente que a criança bipolar seja diagnosticada com outros males, como o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e a depressão. Para fazer o diagnóstico diferencial, é preciso ficar atento a sinais de humor cíclico e analisar o histórico familiar. Quase metade das pessoas que sofrem de transtorno bipolar tem outros casos na família.

Principal motivação da drunkorexia é o prazer que o álcool proporciona





Desejo de perder peso existe, mas se manifesta de forma diferente a da anorexia

Drunkorexia ou alcoorexia. Esses são os nomes do drama enfrentado pela personagem Renata, interpretada pela atriz Bárbara Paz, na novela Viver a Vida (Globo).

Trata-se de um transtorno misto, que envolve sintomas tanto da anorexia como do alcoolismo, mas que não se encaixa por completo na definição de nenhuma destas duas doenças. De acordo com um levantamento feito pelo Center for Motivation and Change, clínica de reabilitação dos Estados Unidos, cerca de 30% das mulheres alcoólatras também apresentam algum sintoma de anorexia. O público feminino é o principal alvo da doença.

"A paciente com este quadro clínico deixa de comer para não engordar e consome bebidas alcoólicas para se sentir livre e se mostrar independente perante seu grupo", explica o psiquiatra Marcelo Niel, colaborador do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Unifesp. "Uma pessoa anoréxica tem problemas de aceitação com a própria imagem, mas isso fica só com ela; é uma doença silenciosa. Enquanto uma pessoa com drunkorexia (alcoólatra ou que abusa do álcool), em seu estado de embriaguez, pode cair, se machucar, ficar agressiva, como acontece com a personagem da novela", continua Marcelo.

Anorexia x drunkorexia

É comum tratar a drunkorexia como uma nova versão da anorexia , mas essa concepção é equivocada, podendo comprometer o tratamento. Embora sejam muito parecidas, estas duas doenças se distinguem por sua motivação: na anorexia, o dilema enfrentado pela paciente é a obsessão por emagrecer.

"A percepção de seu corpo se altera e tudo é feito para perder peso", diz Marcelo.

Quando o quadro é a drunkorexia, observa-se uma relação com o peso, mas a motivação principal é o prazer que o álcool proporciona. "Também existe a preocupação em passar uma imagem de independência", explica o psiquiatra, diz ele.

Sintomas da anorexia

- Obsessão em perder peso

- Não se alimentar e beber muita água para saciar a fome

- Alterações emocionais

- Depressão

- Distorção da própria imagem

- Demora em perceber e admitir o problema

- Provoca vômitos para emagrecer

Perfil das pacientes: homens e mulheres, entre 25 e 35 anos. "Geralmente foram gordinhos na infância ou adolescência mas, após terem feito uma dieta incorreta, realizada por conta própria, perderam peso e desenvolveram o transtorno", explica Marcelo.

Drunkorexia

- Não quer ganhar peso

- Não se alimenta e ingere bebida alcoólica para saciar a fome, já que ele é um inibidor de apetite, mas recorre à bebida, principalmente para saborear a sensação de liberdade nas baladas e em encontros com os amigos.

- Também pode ter motivações emocionais, como ocorre na anorexia, mas o foco não é canalizar isso na forma física, e sim na bebida e no prazer que ela proporciona. Pode haver, ou não, dependência do álcool.

- Depressão

- Não há distorção da própria imagem

- A descoberta da doença é mais rápida, afinal, a exposição é muito maior, em função da embriaguez que o álcool provoca - Provocar vômitos para poder beber mais

Perfil das pacientes: mulheres, entre 25 e 35 anos. "Não tiveram problemas com peso antes e não têm obsessão por isso, querem se sentir independentes", continua o psiquiatra.

A combinação álcool-estômago vazio

As mulheres, principalmente na faixa entre 25 e 35 anos de idade, ingerem doses excessivas de álcool para driblar a fome e amenizar as dores no estômago, substituindo refeições por bebidas e enviando estímulos falsos ao aparelho digestivo.

A combinação álcool e anorexia pode ser fatal, já que seus efeitos são extremamente nocivos ao organismo. Doses elevadas de bebidas aliadas a não ingestão de alimentos pode levar, em pouco tempo, a um quadro de intoxicação grave e provocar coma alcoólico.

Além de consequências imediatas, há também efeitos em longo prazo. O organismo feminino não absorve o álcool da mesma maneira que o masculino, tornando-o ainda mais suscetível ao alcoolismo e outras doenças, como a cirrose.

Dependência x Abuso do uso do álcool

"A dependência (alcoolismo) se caracteriza pelo consumo exagerado, compulsivo e descontrolado de bebidas alcoólicas. Além dos danos à saúde, a doença compromete o desempenho no trabalho e altera o convívio social e familiar. Já o abuso, é marcado pelo consumo de doses excessivas, mal-estar, mas não altera de maneira contínua a vida social da pessoa e a dificuldade de romper com o problema", explica Marcelo Niel.

Males desencadeados pela drunkorexia

-Desmaio por hipoglicemia

Problemas estomacais

- Dependência

- Quedas e fraturas

Tratamento
O tratamento desta doença é lento e requer o uso de medicamentos, de auxilio psicológico e apoio familiar. "Porém, se a paciente não se encontrar em estágio crônico, a orientação pode resolver o quadro", explica o psiquiatra.

Usar fone de ouvido com volume alto tira a concentração e expõe a saúde dos ouvidos



Percepção dos sentidos e noção de espaço ficam alteradas quando ouvimos o fone

Nas ruas, nos escritórios, na academia, no trânsito e até nas salas de aula, sempre tem alguém usando fones de ouvido com o volume lá em cima. Apesar de entreter e, embora tornem as atividades diárias mais agradáveis, bloquear a audição de som ambiente com outros sons altera toda a nossa noção de tempo e espaço e prejudica a concentração. "Escutamos com o cérebro e não com o ouvido.

Os ouvidos são apenas transmissores de informações e impulsos elétricos para o cérebro, que decodifica, controla e adapta o som de modo perceptível pelo resto de nosso corpo", explica o otorrinolaringologista Luciano Neves. "Quando ouvimos os fones com volume muito alto, o cérebro se concentra neste processo e nossos sentidos ficam alterados, atrapalhando a percepção e a concentração", continua.

Quando aumentamos o volume dos fones, o cérebro se ajusta a nova condição e passa aceitar como "natural" o som mais alto. Quando expostos muito tempo aos volumes altos, vamos nos acostumando cada vez mais a ouvir mais alto. "O cérebro se adapta e você passa a não perceber que o volume está cada vez mais alto. O problema é que o ouvido, que serve apenas como um canal transmissor, não tem a mesma facilidade de se adaptar como o cérebro e sofre com o impacto, daí o perigo de uma lesão mais grave", explica Luciano.

Exposto ao perigo

Quando usamos os fones de ouvido com o som alto, deixamos de perceber as situações ao nosso redor em função do desvio de atenção que o cérebro sofre e ficamos expostos a perigos. "Se você vai correr em um parque com fones de ouvido, o máximo que pode acontecer é você não perceber uma pedra ou ultrapassar a marca da pista de corrida, agora, se a corrida vai acontecer em uma rua movimentada, é melhor deixá-los de lado. Você pode não perceber um carro se aproximando, uma briga, enfim, os perigos são bem maiores", diz o especialista.

Concentração que nada!
Com eles, a concentração também sai prejudicada. Por tirarem nossa percepção, nossos sentidos ficam frágeis e não conseguimos perceber o que acontece ao nosso redor. "Tem gente que se adapta e não consegue viver sem e isso só é possível pela capacidade que o cérebro tem de se adaptar, mas nem sempre a combinação fones e trabalho é produtiva. Repare se o seu rendimento se altera e veja se ele interfere ou não no seu desempenho", explica Luciano.
Usar um fone só não ajuda

"Para não comprometer a atenção, muita gente opta por usar o fone em apenas um dos ouvidos. Por um lado é verdade, você fica um pouquinho menos vulnerável, porém, a tendência é aumentar ainda mais o volume para compensar o ouvido ausente e daí sobrecarregamos o outro ouvido com um volume excessivo, podendo causar uma lesão?, explica.


Prejuízos à saúde auditiva

"O que perdemos dificilmente se recupera. A perda auditiva induzida por ruído- PAIR- é lenta e progressiva, demora em média 10 a 15 anos, se expostos a volumes médios, mas quando acontece, não tem como ser revertida.

Por isso, é melhor tomar cuidado com alguns hábitos e até com profissões que exigem demais da nossa audição", alerta o otorrino.

Alguns dos principais danos a audição são:

-Dificuldade de compreender não só o som, mas o significado do que lhe dizem

-Zumbidos

-Falar alto

-Perda da noção de espaço e localização

-Falta de atenção e percepção

-Pouco equilíbrio
O que fazer quando a audição falha?

A melhor coisa a fazer é procurar um otorrinolaringologista e fazer um exame de audiometria para examinar sua capacidade auditiva e então, diagnosticar o problema.

"Se for um problema causado só pela exposição aos ruídos, basta a interrupção da exposição ao volume alto, mas se for algo além disso, é preciso um tratamento mais intenso e indicado de acordo com cada caso", finaliza Luciano.

Veja dicas para usar melhor seu 13º salário neste final de ano



Especialistas recomendam se livrar de dívidas com juros altos.

Compras à vista e investimentos são opções se sobrar dinheiro em 2010.
A primeira parcela do 13º será paga aos trabalhadores com carteira assinada até esta segunda-feira (30) e a segunda metade chega até o dia 20 de dezembro. Com o dinheiro na mão, muita gente sai gastando. Antes de correr para o shopping, porém, especialistas ouvidos pelo G1 sugerem outros jeitos de gastar o dinheirinho extra.
A primeira dica é para quem tem dívidas caras, como as de cheque especial ou rotativo do cartão de crédito: quite-as totalmente ou parcialmente antes de mais nada, já que os juros são muito altos e fazem o valor devido aumentar muito rapidamente.


“Tem gente que faz um controle do orçamento familiar mas não das dívidas. Muita gente nem sabe quanto paga de juros e quanto é o principal que está devendo, só sabe o valor que tem que pagar para continuar rolando a dívida”, diz Conrado Navarro, consultor de finanças pessoais e autor do livro “Vamos Falar de Dinheiro?”.


A primeira providência, então, é descobrir de quanto é a dívida e ligar para o banco ou instituição para negociar. Esse passo é importante porque muitas vezes o banco pode “congelar” a dívida (parar de cobrar juros) e parcelar o valor devido sem juros se o cliente se comprometer com o pagamento.


“O melhor é quitar tudo, mas mesmo se não der para pagar o valor todo é bom ligar e negociar. No caso de dívidas caras, a dica vale mesmo para quem terá que se endividar de novo depois para pagar despesas do começo do ano, porque até lá você pode conseguir um crédito mais barato, além de ter ficado dois meses sem pagar juros”, diz Carla dos Santos, consultora de finanças pessoais.


Para quem tem só dívidas de pequeno valor ou uma ou outra parcela atrasada, às vezes é possível quitar os atrasados e ainda sobrar uma parte do 13º salário. Para esses, a notícia é boa: “qualidade de vida é importante”, diz Navarro. “O dinheiro serve também para aproveitar as férias, as festas de final de ano, realizar um desejo.”

Compras

Quem vai às compras deve aproveitar o dinheiro no bolso e tentar negociar um preço melhor à vista. “É importante pesquisar e comparar preços para fazer um bom negócio”, diz Carla dos Santos. “As pessoas às vezes não têm noção do desconto que você consegue. Por exemplo, hoje a poupança rende no ano cerca de 7%, então um desconto de 5% à vista é significativo”, diz Navarro.


Alcides Leite, professor de economia da Trevisan Escola de Negócios, lembra que, além do desconto, há outra vantagem em comprar à vista: “você não fica com uma dívida que vai comprometer parte da sua renda por um período longo”, diz ele.


Evitar contrair novos parcelamentos é importante por causa de outros velhos conhecidos dos brasileiros: os gastos de início de ano, como impostos, viagens e matrícula, uniforme e material escolar.



A dica de Leite é, se sobrar algum dinheiro do 13º, colocá-lo na poupança para usar em janeiro e fevereiro nestes gastos. Depois desse período, se ainda houver alguns reais na conta, pode-se fazer um investimento: Leite aponta os fundos de renda fixa, o Tesouro Direto e as ações como algumas das aplicações disponíveis ao consumidor.

Suco de água de coco, kiwi e melão é refrescante



Misture ainda folhas de hortelã e mel; em 10 minutos fica pronto
Bebidas refrescantes são um atrativo e tanto para aguentar dias quentes, principalmente se forem sucos de frutas. Além de saborosos, são uma alternativa saudável para o corpo.

Ingredientes

1 kiwi
1 fatia média de melão
1 xícara (chá) de água de coco gelada
1 colher (sopa) de mel
Folhas de hortelã a gosto

Modo de preparo

Descasque o kiwi, retire as sementes e pique-o. Faça o mesmo com o melão. Bata no liquidificador o kiwi, o melão, a água de coco, o mel e as folhas de hortelã até que fique homogêneo.

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